Prisão domiciliar humanitária foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após pedido da defesa e laudo médico da PF
O general Augusto Heleno, de 78 anos, chegou à residência dele na Asa Norte, em Brasília (DF), na noite desta segunda-feira (22/12), onde vai cumprir prisão domiciliar humanitária. Heleno foi condenado a 21 anos de prisão por participação em articulações antidemocráticas após as eleições de 2022 e cumpria a pena, até então, em regime fechado no Comando Militar do Planalto.
A prisão domiciliar humanitária foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após pedido da defesa do general. Os advogados argumentaram que Heleno está debilitado e enfrenta Alzheimer. A concessão de Moraes foi acompanhada de uma série de medidas cautelares ao general condenado por tentativa de golpe de Estado.
Heleno chegou às 23h09 ao prédio onde reside, na Asa Norte. Ele estava em um veículo de escolta que acessou a garagem, que fica no subsolo. Os agentes abriram a porta do carro para Heleno. Eles fizeram uma espécie de esculo para proteger a imagem do militar, que caminhou até o elevador, onde entrou e não foi mais visto.
Julgamento da trama golpista é retomado com defesas de Heleno e Bolsonaro Gabriel Biló/Estadão Conteúdo
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