Foto: reprodução internet
Assim que assumir a Presidência da República, o presidente eleito, Lula (PT), terá graves problemas para enfrentar com o Auxílio Brasil. Além do malabarismo para manter o pagamento da parcela de R$ 600 sem um orçamento previsto, o petista terá que fazer um ‘pente-fino’ entre os beneficiários.
Segundo informações do Uol, para garantir uma política de combate à pobreza eficiente, o governo Lula terá que ficar de olho no Cadastro único e nos beneficiários individuais, uma vez que houve um salto no número de cadastros unipessoais (famílias compostas por apenas um integrante, que são assistidas pelo programa).
O governo Jair Bolsonaro (PL) possibilitou a adesão de beneficiários por meio de aplicativo, sem a necessidade de uma grande atuação de agentes dos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) para, por exemplo, fazer o mapeamento dos mais pobres e acompanhar o perfil da população inscrita.
Dos 5,3 milhões de beneficiários unipessoais, cerca de 3 milhões terão de atualizar os dados para evitar o bloqueio do benefício. Esta será a primeira oportunidade que o governo terá para filtrar quem deve continuar recebendo o auxílio.
O Ministério da Cidadania já instaurou um procedimento para averiguar o aumento de famílias unipessoais beneficiadas e informou que também faz um “tratamento de todo o público do Cadastro Único” em parceria com a Dataprev.
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