Contrato de propina', celular em forro e taxa de 6%: entenda o suposto esquema que desviava emendas de hospital no RS
Ao realizar buscas na casa de um dos alvos da Operação EmendaFest, a Polícia Federal encontrou um celular escondido no forro do teto. A operação, que ocorre na manhã desta quinta-feira (13), cumpre mandados de busca e apreensão com o objetivo de avançar nas investigações sobre os desvios de emendas parlamentares enviadas para um hospital no Rio Grande do Sul.
Um dos alvos da operação é o assessor do deputado federal Afonso Motta (PDT-RS). Ao todo, são cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de busca pessoal, autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino.
Durante a operação, os agentes encontraram R$ 160 mil com os alvos. Segundo o Portal da Transparência, Afonso Motta destinou R$ 199 mil para o hospital Ana Nery em Santa Cruz (RS) em 2023. No entanto, a PF afirma que o deputado enviou, na verdade, R$ 1 milhão para o hospital. Tanto o deputado quanto seu assessor foram afastados de seus cargos por ordem judicial, além do bloqueio de suas contas pessoais e de suas empresas.
Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Estrela, Rosário do Sul, Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e Lajeado, todas localizadas no Rio Grande do Sul. Além disso, operações também estão sendo realizadas em Brasília.
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