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Adolescente de 13 anos imobilizou a mãe para o namorado matar vitima com 20 facadas

Filha de 13 anos da vítima foi apreendida por envolvimento no crime. Suspeito do assassinato é namorado dela e foi preso; pai dele foi preso como cúmplice na ocultação do cadáver.

Em | Da Redação

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Adolescente de 13 anos imobilizou a mãe para o namorado matar vitima com 20 facadas
Filha de 13 anos da vítima foi apreendida por envolvimento no crime. Suspeito do assassinato é namorado dela e foi preso; pai dele foi preso como cúmplice na ocultação do cadáver.

Com base em depoimentos dos envolvidos, o delegado Thiago Prado, da Delegacia de Homicídios, revelou que a adolescente de 13 anos, apreendida por envolvimento na morte da própria mãe, Flávia dos Santos Carneiro, participou de maneira ativa no crime. Teria sido ela a responsável por imobilizar a vítima para que o seu namorado, de 22 anos (cúmplice), desferisse cerca de 20 golpes de faca na garçonete.

Quando foi interrogado pela polícia, após ser preso na noite dessa terça-feira (5), o jovem contou a versão de que contou com a ajuda da menor para conseguir matar a sogra. A menina conseguiu segurar os braços e as pernas da mãe, aplicando, ainda, um golpe de mata-leão na vítima (técnica de estrangulamento). A arma do crime foi uma faca que estava na cozinha da residência.

Filha de 13 anos da vítima foi apreendida por envolvimento no crime. Suspeito do assassinato é namorado dela e foi preso; pai dele foi preso como cúmplice na ocultação do cadáver.

O envolvido contou que, por não ter o relacionamento aceito com a adolescente, os três entraram em conflito dentro de casa, resultando no crime. De acordo com o delegado, cerca de 20 golpes de faca foram percebidos no corpo da vítima, a maioria na região da cabeça e do pescoço.

Quando foi preso, o genro de Flávia estava escondido na casa de familiares, no bairro do Jacintinho, em Maceió. Ele vai responder por feminicídio, ocultação de cadáver e corrupção de menores. O pai dele também foi detido por participação direta nos crimes, sobretudo por ter ajudado a ocultar o corpo na geladeira.

“O envolvido tentou alegar legítima defesa, mas a tese cai por terra pela quantidade de golpes desferidos contra a vítima, que extrapolam qualquer limite. O contexto se configura em uma história ensaiada entre eles para dar fim à vida da garçonete”, destacou o delegado Thiago Prado, em entrevista à TV Pajuçara.

Segundo ele, familiares garantiram que Flávia era uma pessoa amável, com bom comportamento no trabalho e sem histórico de violência. Os envolvidos mantiveram o corpo dela por cinco dias na geladeira até a polícia ser avisada. O delegado revelou, também, que a filha se passou pela mãe, durante este período, nos aplicativos de mensagens.

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