. Em depoimento à Justiça, ela afirma que o parlamentar a agrediu.
Depois de responder em um processo em que era acusado de agredir a ex-eposa, o deputado federal Carlos Alberto da Cunha (PP-SP), conhecido como Delegado da Cunha, se tornou réu por um novo caso. Desta vez, ele é acusado de abuso de autoridade e constrangimento ilegal como delegado durante uma operação policial. As informações são do site Metrópoles.
Em julho de 2020, quando ainda exercia a função de delegado, Da Cunha participou de uma operação em uma comunidade da zona leste de São Paulo. Na oportunidade, ele teria cometido abusado de autoridade e constrangido a vítima de um sequestro e o próprio criminoso.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) investiga se Da Cunha teria simulado o flagrante de um crime. Na ocasião, o homem sequestrado, que seria julgado pelo “tribunal do crime” por ter estuprado uma adolescente da comunidade, já havia sido libertado. No entanto, ele e o sequestrador, preso pela Polícia Civil, teriam sido obrigados a voltar para o local do crime para Da Cunha filmar a operação como sendo ele o responsável pelo resgate.
O hoje deputado postou as imagens da suposta operação em suas redes sociais e as divulgou como se ele tivesse capturado um suposto chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC). Depois da repercussão, Da Cunha admitiu que a gravação foi uma simulação. “Eu quis novamente registrar a cana”, disse.
O processo, que tramita sob segredo na Justiça de São Paulo, foi aberto em fevereiro, mas só veio à tona em março, noticiada pelo portal G1.
Da Cunha foi eleito deputado federal por São Paulo nas eleições de 2022, quando recebeu mais de 180 mil votos. Ele ficou conhecido na internet por compartilhar vídeos de operações policiais.
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