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Linha mais barata da casa própria sem entrada: governo apresenta mudanças no Casa Verde e Amarela

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Casa Verde e Amarela ganha novas regras após aprovação no Conselho do FGTS

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, na última segunda-feira (13), uma mudança no Casa Verde e Amarela, com o intuito de conter a alta da inflação das obras. Com isso, haverá um aumento nos valores máximos dos imóveis vendidos no programa habitacional.

O reajuste dos imóveis do Casa Verde e Amarela será de 10% dentro de capitais e regiões metropolitanas. Para cidades com 50 e 100 mil habitantes o aumento será de 15% e as localidades entre 20 mil e 50 mil habitantes o reajuste será de 10%. Os municípios com menos de 20 mil habitantes não terão reajuste.

O último reajuste aconteceu em fevereiro de 2017. Sendo que depois disso, só foram feitas ajustes pontuais. A decisão do Conselho Curador do FGTS atendeu um pleito da indústria imobiliária. Esses deixaram de realizar empreendimentos dentro do Casa Verde e Amarela devido ao aumento dos materiais de construção.

No acumulado dos últimos 12 meses, o aumento nos materiais de construção chegou ao recorde de 17,3%. Segundo o conselheiro Abelardo Campoy Dias, representante da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a medida atende apenas parcialmente o setor imobiliário.

Segundo Dias, o reajuste não é “suficiente para cobrir a alta dos insumos”. Porém, proporciona certo equilíbrio entre o custo da obra e a venda, permitindo a retomada dos projetos que tinham ficado inviáveis. O conselho também aprovou o aumento de 0,25% do subsídio concedido para quem tem renda de até R$ 2 mil.

De acordo com o conselheiro Daniel Ferreira, representante do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), o reajuste no subsídio é pequeno para ajudar as famílias de baixa renda. “São pequenos acréscimos no desconto, então entendemos que estamos mantendo as condições de contratação”, declarou.

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A ampliação do subsídio terá um impacto de R$ 460 milhões sobre o FGTS considerando um aumento de 5% no volume total de contratações. Porém, Ferreira afirmou que esse valor pode ser absorvido pelo próprio FGTS sem ter o orçamento anual no vermelho.

As medidas só entrarão em vigor no próximo ano. Com a publicação da resolução, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) tem 30 dias para regulamentar as condições da proposta.

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