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Cotidiano

Fazendeiro grava vídeo e aponta noiva do promotor como mandante do crime

Fazendeiro ainda diz que Mysheva Martins tinha interesse no dinheiro da vítima

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Foragido há mais de três meses, o homem suspeito de ser o mandante do crime que resultou na morte do promotor Thiago Faria Soares falou mais uma vez sobre o caso. Em um vídeo, divulgado nesta terça-feira (28) pela TV Jornal, o fazendeiro José Maria Pedro Rosendo Barbosa disparou diversas acusações contra a noiva da vítima, a advogada Mysheva Martins Ferrão.

Ele aponta Mysheva como mandante do assassinato que chocou Itaíba. “Pessoas que conversaram comigo dizem que esse carro que praticou o atentado vinha dando sinal de luz atrás do carro do promotor. E ela (Mysheva) mandou o promotor parar. Contudo que ela mandou ele (Thiago Faria) parar, foi de encontro aos executores, que desceram e executaram. Essas verdades ela não fala”, disparou. 

Ainda segundo o fazendeiro, após o homicídio, um casal teria oferecido ajuda a advogada, que recusou. “Ela não quis, dispensou”, contou. Zé Maria também fala a suposta origem do dinheiro para o pagamento dos pistoleiros. Segundo ele, veio da venda de uns  gados que pertenciam ao jurista. “As 35 vacas, que o promotor tinha na fazenda, todas de primeira linha que custariam de R$ 4 a 5 mil, foram vendidas na outra semana. É isso que tem que investigar”, detalhou.

 

O fazendeiro reiterou uma suspeita já levantada por parentes deles anteriormente: o interesse que a noiva tinha no dinheiro do promotor. “Como o noivo morre na segunda-feira, se enterra na terça, na quarta, ela entra com pedido de aposentadoria alegando união estável? Isso é estranho”, questiona. 

E pela segunda vez alegou inocência. “No dia da morte foi feito uma operação de guerra dentro de Águas Belas, sem necessidade (…) daria para prender 10 ou 20 terrorista da Al-Qaeda. Se apresentarem uma prova concreta que fui eu que mandei o crime, eu me entrego. Mas sou inocente”, concluiu. 

Entenda o caso – O promotor Thiago Faria Soares foi assassinado, quando dirigia seu carro em direção ao trabalho na PE-300, entre Águas Belas e Itaíba, Agreste de Pernambuco. De acordo com a polícia, os assassinos executaram o promotor com quatro tiros de espingarda 12.

No momento do crime, ele estava acompanhado de sua noiva, a advogada Mysheva Freire Ferrão Martins, que depois do primeiro disparo, saiu do carro com alguns arranhões e foi medicada em um hospital de Itaíba. Um parente de Mysheva Martins também estava no veículo, o tio dela, Adautivo Elias Martins, e conseguiu sair ileso. Esses dois são testemunhas oculares e uma terceira pessoa teve a identidade preservada pela polícia. A investigação da polícia aponta uma briga por terras como o principal motivo do assassinato. E José Maria Pedro Rosendo Barbosa, segundo a polícia, teria encomendado a execução do promotor e o cunhado dele, Edmacy Ubirajara, chegou a ser preso, suspeito de ser o executor e passou dois meses no Centro de Observação Criminológica e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), de onde saiu em dezembro. 

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