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Cotidiano

Empresários e gestores da Mata Sul se reúnem para defender manutenção da Agrocan

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Usina Pumaty na cidade de Joaquim Nabuco – (Foto: Clemilson Campos)

Com a proximidade do fim do arrendamento do Parque Industrial e engenhos da Usina Pumaty, na Zona da Mata Sul do Estado, a Cooperativa Agrocan recebeu, nesta quinta-feira, apoio de prefeitos e líderes empresariais. O arrendamento se encerra no próximo ano, e caberá à Justiça decidir se será prorrogado para a Agrocan, ou não. Políticos, entidades representativas, sindicatos e classe empresarial defendem a manutenção da Agrocan à frente da Usina, para continuidade do desenvolvimento da Mata Sul pernambucana. As informações são da Folha de Pernambuco.

De acordo com o prefeito de Joaquim Nabuco, Neto Barreto, o empreendimento proporciona a geração de milhares de empregos na região, beneficiando toda a economia. “É muito importante não só para Joaquim Nabuco, mas para a região inteira, são empregos diretos e indiretos em sete anos de atuação. É preciso renovar o contrato, é de grande importância manter esse empreendimento”, disse.

Segundo o prefeito de Palmares, Júnior de Beto, a Agrocan é a maior empregadora da Mata Sul e o funcionamento dela como cooperativa fortalece o comércio no geral. “Apostamos que dará certo e continuar com essa cooperativa, que é um case de sucesso na região”, contou.

O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmares, Wilson Monteiro, destaca que o setor comercial está com expectativas positivas para a renovação do contrato da Agrocan. “A gente sabe a importância, reconhecemos essa indústria. Tivemos a oportunidade de participar de encontros demonstrando nosso apoio, dizendo à empresa que estamos firmes, porque muitas famílias precisam desse emprego e renda”, destacou.

Para o presidente da Associação Comercial de Palmares, Agenor Gomes, a situação econômica dos municípios tem forte influência do funcionamento da Agrocan. “São 5 mil empregos diretos e indiretamente na moagem, quase R$ 8 milhões em ICMS na moagem, apoio à agricultura familiar, sem ela funcionando será um caos”, afirmou.

O diretor comercial do Grupo Confiança, Carlos Ferreira Lima, destaca a importância da Agrocan para o comércio da região. “O recurso atribuído a ela alimenta muitos comércios e temos uma preocupação muito grande com a necessidade de continuidade. A cooperativa mudou o cenário e hoje a gente sente todo o suporte que dão”, pontuou.

Na opinião do sócio dos Postos MD, Márcio D’Emery, a presença da indústria é importante, já que outros parques industriais não se instalam na região. “A importância dessa cooperativa para nossa região é imensurável, ela proporciona uma fonte de emprego e renda para a população. Essa usina veio ressuscitar a vida econômica”, comentou.

O presidente do Sindicato Rural de Joaquim Nabuco, Edivaldo Clarindo da Silva, conta que a usina melhorou a situação econômica da classe trabalhadora. “Ela nos tirou de uma situação ruim que vivíamos, supriu a necessidade da região. É toda economia de um modo geral que se beneficia, é de suma importância, queremos que vejam essa situação”, relatou.

De acordo com o diretor de Articulação Sindical Rural da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), Givanildo Marques dos Santos, a cooperativa tem atuação importante e garante segurança trabalhista às pessoas. “É importante que continue funcionando, com os diretores sérios que estão acompanhando todo o tipo de trabalho desenvolvido na nossa região”, comentou.

Segundo o presidente do Assentamento Miguel Arraes, Elenildo Correia, a manutenção do arrendamento proporcionará melhor situação financeira. “A viabilidade da renovação do contrato é a vida de todas essas pessoas da Zona Rural, não só daqui, mas de toda a Mata Sul. Então, o que tivemos de fazer, de apoiar, se for preciso ir às estradas protestar para renovação e que a Agrocan permaneça, nós vamos estar fazendo isso”, explicou.

Na avaliação do presidente do Sindicato Rural de Gameleira, Luiz Victor, a Cooperativa trouxe esperança para o desenvolvimento do cultivo da cana de açúcar. “O engenho e o mato estavam parados e, hoje, praticamente os engenhos estão cobertos de cana e estamos em andamento para plantar o que falta, aumentando a renda das famílias”, disse.

O presidente do Sindicato Rural de Palmares, José Vieira, considera que a usina se tornou uma referência na Mata Sul de Pernambuco, recuperando economicamente outras cidades da região. “Essa usina é boa para todo mundo. No Assentamento Miguel Arraes, o pessoal está plantando, tem 6 tratores, hoje todos estão trabalhando, gerando emprego. Nós não podemos deixar essa usina voltar para as mãos das pessoas que estavam antes, que não tinham compromisso com o povo”, finalizou

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