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Política

Em Palmares Paulo Câmara critica má vontade do Governo Dilma e Congresso

Secretário da Fazenda e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, Paulo Câmara, participou de agenda com Eduardo Campos

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Após a política fiscal do Estado virar alvo de críticas do pré-candidato ao Governo do Estado pelo PTB, o senador Armando Monteiro Neto, seu concorrente pelo PSB e secretário da Fazenda, Paulo Câmara, rebateu que a questão está fortemente vinculada à esfera federal. E cobrou “boa vontade” do Governo Dilma e Congresso Nacional. O socialista destacou que somente o impasse na aprovação do projeto do comércio eletrônico representa uma perda de R$ 100 milhões para o Estado.

Ele citou também a matéria que prevê a reforma do ICMS, a questão da dívida fiscal pública e o indexador que estão paradas no Legislativo. “Se você ver a política de outros estados, não vamos ver as coisas boas que já implantamos aqui. Mas a questão tributária é federativa também, envolve muitas discussões que estão no Congresso e precisam ser votadas e trabalhadas. A questão do ICMS, desde 2011, não votou o comércio eletrônico e resulta na perda de R$ 100 milhões para Pernambuco, por ano. A questão da dívida fiscal pública e indexador não se votou desde 2012. É preciso também que haja boa vontade do Congresso e do Governo Federal para votar essas matérias que são importantes para estados e municípios”, afirmou o secretário, em Palmares, na Mata Sul, na última quarta-feira (26).

Paulo Câmara acompanhou o governador Eduardo Campos em suas entrevistas em rádios locais. Ao todo, foram três participações em emissoras de Catende e Palmares. O objetivo é associar a imagem do pré-candidato a do seu padrinho político. Ele esteve nas inaugurações de obras que utilizaram recursos do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios (FEM), que tem sua concepção vinculada ao pré-candidato socialista. O dispositivo recebeu elogios e agradecimentos públicos dos prefeitos de Catende, Otacílio Cordeiro (PSB); e de Palmares, João Bezerra (PSB), durante os atos administrativos. Cordeiro chegou a chamar Paulo Câmara de “futuro governador” e Eduardo Campos de “futuro presidente”.

Paulo Câmara circulava com certa timidez entre os populares, sendo parado ocasionalmente para fotografias. Algumas pessoas o reconheciam como pré-candidato do governador, mas outros não sabiam de quem se tratava. Professora de Catende, Eduarda Silva pediu para tirar foto com o socialista, mas apenas porque uma liderança local pediu. Já o músico Fernando Cavalcanti afirmou que vota no socialista porque ele “foi o braço direito de Eduardo Campos”.

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