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Cotidiano

Em meio ao clima de luto, PM recebe reforço de 1.117 soldados

Em discurso, o chefe do Executivo estadual destacou que, desde 2007, o Pacto pela Vida tem colocado em prática.

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Em meio ao clima de luto, 1.117 aspirantes a policiais militares foram formados na manhã desta segunda-feira (31) e ouviram do governador Paulo Câmara que as polícias precisam ser integradas para combater o crime, que voltou a crescer no Estado, conforme reconheceu o próprio gestor. O socialista admitiu que a corporação precisa de mais efetivo e de melhoria em infraestrutura e disse que está trabalhando para contemplar as polícias Militar e Civil.

Para a Imprensa, Paulo disse que o governo vai rever os serviços de atendimento psicológico aos policiais, mas destacou que a morte do cabo Adriano Batista da Silva, de 41 anos, não se trata de um fato presente no cotidiano da corporação. “Nós entendemos que fatos como esse que exige uma reflexão e temos de ver onde é que pode ser melhorado, e isso já foi autorizado e determinado que se faça. E a gente espera que tenhamos condições de evitar isso, que realmente os serviços de acompanhamento aconteçam, mas sabemos também que casos como esse são isolados, que não fazem parte do nosso cotidiano e a gente espera que não ocorra mais”, disse.

Antes, Câmara ressaltou os ganhos do Pacto pela Vida ao longo de oito anos e afirmou que ainda há muito o que fazer. “Muito ainda temos que fazer. Sabemos que há necessidade de efetivo maior, por isso que autorizamos concursos e vamos contratar tão logo seja possível pela situação fiscal. Sabemos que precisamos de uma estruturação ainda de algumas delegacias, de infraestrutura da polícia, mas precisamos principalmente da integração e de um bom senso de cada um de nós”, admitiu.

Segundo ele, o momento é de unir as forças de segurança e aumentar a intensidade de trabalho. “É muito importante a compreensão das instituições de que o momento é impossível de dar aumento salarial, e essa compreensão é que nos ensejam a eles trabalharem cada vez mais, para melhorar a segurança pública do Estado. Nós não vamos enfrentar o problema da insegurança com o freio de mão puxado. Nós temos agora é que ir para frente, porque os bandidos estão se aproveitando querendo fazer com que o Estado fique em estado de insegurança. Nós não vamos deixar, mas é bom que todo mundo tenha consciência disso”, acrescentou.

Os policiais militares formados foram submetidos a um curso de três semanas com 1.106 horas de treinamento e aulas. A partir de agora, eles passarão por um estágio de 15 dias até serem alocados no Recife e na Região Metropolitana.

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