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Contratos suspeitos para compra de remédios nas três prefeituras foram firmados entre 2013 e 2018;valor passa de R$ 12 milhões

Operação Deadline foi deflagrada pela Polícia Federal, Vigilância Sanitária, Controladoria-Geral da União e Receita Federal, em três cidades de Pernambuco.

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Medicamentos são alvo de investigação da Operação deadline, em três prefeituras de Pernambuco â?? Foto: Polícia Federal/Divulgação

A ação que contou com as participações da Controladoria Geral da União (CGU), Polícia Federal, Receita Federal e a Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa) verificou que os.  contratos em análise foram firmados entre 2013 e 2018 e os valores chegam a mais de R$ 12 milhões, segundo a PF.As prefeituras das cidades citadas até o momento falaram sobre o caso. Atualmente as cidades são governadas pelos prefeitos Franz Hacker (Sirinhaém), Isabel Hacker (Rio Formoso) e Sérgio Hacker (Tamandaré ) família tradicional da politica na região litoral.

 A Operação Deadline, foi deflagrada para investigar fraudes na compra de remédios para rede pública das prefeituras de Rio Formoso, Tamandaré e Sirinhaém investigação da Policia Federal, constatou que medicamentos estavam com prazo de validade vencido na data de expedição de notas fiscais. 

Segundo o diretor da Apevisa, Jayme Brito, a partir de consulta a laboratórios ficou comprovado que alguns lotes de remédio estavam com prazo de validade expirado desde a data da emissão das notas.

“A partir desta quarta, nós vamos avaliar se realmente esses medicamentos foram distribuídos para a população. São remédios como dipirona, disponíveis nos postos de saúde”, afirmou.


O delegado da PF Daniel Silvestre informou que um inquérito foi instaurado a partir de auditória da Controladoria-Geral da União. “Estamos na fase preliminar, mas há indícios de fraudes em contratos administrativos para fornecimento de medicamentos”, comentou.

De acordo com a PF, estão sendo investigados os crimes de fornecimento de mercadoria inapropriada para o consumo, e informações falsas na emissão de documentos fiscais, além de possíveis desvios de verbas para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Também estão sendo investigados crimes contra a lei de licitação e fraudes na execução de contratos. “Existe a possibilidade de investigarmos esses problemas em outras cidades. Se tivermos mais evidências, poderemos fazer mais buscas e apreensões”, comentou.

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