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Conselho de publicidade vai analisar campanha do Boticário com casais gays

O Conar recebeu entre 20 e 30 reclamações contra a propaganda, segundo a assessoria.

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Casais comemoram Dia dos Namorados (Foto: Reprodução/YouTube)

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) informou, por meio da assessoria de imprensa, que vai abrir um processo para analisar o comercial de O Boticário que mostra casais heterossexuais e gays.O Conar recebeu entre 20 e 30 reclamações contra a propaganda, segundo a assessoria.

O comercial gerou muita polêmica nas redes sociais, com críticas e ameaças de boicote ao Boticário. No vídeo da campanha no Youtube, até a noite de segunda-feira (1º) a quantidade de “não curtir” passava de 120 mil, o dobro das avaliações positivas (pouco mais de 60 mil). Após a repercussão do caso, na noite desta terça a situação se inverteu: as curtidas eram mais de 180 mil, contra cerca de 150 mil “não curtir”.

Julgamento deve acontecer em julho

Com a abertura do processo, um relator do Conar deve estudar o caso e se manifestar, por meio de voto, a favor ou contra a suspensão do comercial. Posteriormente, o caso será discutido em uma reunião do Conselho de Ética do órgão, provavelmente em julho.

Se a maioria dos membros do conselho considerar que as reclamações têm fundamento, eles podem recomendar a alteração de trechos da propaganda ou que seja tirada do ar. Se, pelo contrário, a maioria considerar que a denúncia não procede, o processo é arquivado.

De acordo com a assessoria do Conar, as empresas geralmente tendem a cumprir a recomendação que é feita.

Jean Wyllys defende campanha

Nesta terça-feira, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) saiu em defesa da empresa de cosméticos e elogiou a campanha publicitária.

“O que importa é que O Boticário fez soar, em sua bonita campanha para o Dia dos Namorados, os acordes do mundo que queremos: o mundo onde as pessoas sejam respeitadas, tenham dignidade, visibilidade e possam amar livremente, independentemente de sua orientação sexual, identidade de gênero, cor da pele, etnia, classe social e crença ou não crença em religião”, disse o deputado em seu perfil no Facebook.

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