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Cotidiano

Com eleição de Bolsonaro, Cuba anuncia fim da parceria com Brasil no Mais Médicos

O presidente eleito questionou a qualificação dos médicos cubanos e a falta de revalidação de diplomas

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O Ministério da Saúde Pública de Cuba anunciou que o país não participará mais do programa Mais Médicos, ação lançada no governo de Dilma Rousseff para aumentar a oferta de médicos no interior do Brasil. O motivo da decisão são as declarações “ameaçadoras e depreciativas” feitas pelo presidente eleito.

Bolsonaro havia questionada a preparação dos profissionais cubanos que integram o programa e disse que condicionaria a permanência dos estrangeiros à revalidação do diploma e à contratação individual dos médicos, à parte do convênio entre os governos brasileiro e cubano.

As modificações anunciadas impõem condições inaceitáveis e descumprem as garantias acordadas desde o início do programa (…) Estas inadmissíveis condições tornam impossível manter a presença de profissionais cubanos no programa. Diante dessa realidade lamentável, o Ministério da Saúde Pública de Cuba tomou a decisão de não continuar participando do programa Mais Médicos e assim comunicou a diretora da Organização Panamericana de Saúde e aos líderes políticos brasileiros que fundaram e defenderam a iniciativa”, diz o comunicado.

 

 

A dispensa da revalidação do diploma pelos médicos estrangeiros foi julgada constitucional pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2017.

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