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Política

Candidaturas de transexuais e travestis batem recorde em 2018

Um total de 45 nomes participam da disputa eleitoral

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Resultado de imagem para Amanda Palha (PCB-PE)

Agente não estava discutindo caminhos da política nacional”. A crítica é feita pela educadora Amanda Palha (PCB-PE), travesti que disputa neste ano sua primeira campanha eleitoral. Com o slogan “Nada sobre a gente sem a gente”, a candidata a deputada federal defende o aumento da representatividade no processo eleitoral, mas reconhece que há limite. “Conseguir maioria no Congresso Nacional é irreal”, disse.

Assim como a educadora, hoje 45 travestis e transexuais participam da disputa eleitoral, segundo levantamento feito pela Folha de S.Paulo. O número, de acordo com a Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), é o maior da história das eleições nacionais. “Se tem um lado conservador que se levanta, há outro que está reagindo”, afirma a presidente da entidade, Keila Simpson.

Em 2010, houve apenas cinco candidaturas de travestis e transexuais. A maioria das candidatas neste ano é de partidos de esquerda, como PSOL e PCdoB, concorre no Sudeste e no Nordeste e é novata em disputas eleitorais, como Amanda. No total, duas de cada três participam de sua primeira campanha eleitoral.

 

“Está ocorrendo um despertar e é um caminho sem volta”, avalia a jornalista Léo Áquilla (PHS-SP), que participará neste ano de sua sexta disputa eleitoral. Ela não pretende desistir de um mandato parlamentar caso não seja eleita neste ano. “Nós não somos mais uma sujeira debaixo do tapete e não vamos mais voltar para dentro do armário”, disse

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