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Cotidiano

Após prisão,suspeita de aplicar ‘Boa Noite Cinderela’pede desculpas ás vitimas(Vídeo)

Mulher de 47 anos sempre cometia os crimes após dopar as vítimas, diz PC

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Maria Leonete Matias de 47 anos foi presa do domingo (23) suspeita de dopar uma funcionária de um hotel e roubar objetos do estabelecimento em Surubim, Agreste de Pernambuco. O delegado José Raimundo Barbosa informou que a mulher ainda é suspeita de cometer – pelo menos – 20 homicídios no estado.

“Ela praticou homicídios em cidades como Altinho, Agrestina, Ribeirão e Palmares na Mata Sul, . Em Caruaru, ela informou que matou um casal de idosos”, disse o delegado. De acordo com a Polícia Civil, a mulher sempre cometia os crimes após dopar as vítimas.

Em Surubim, ela entrou no hotel, colocou dois comprimidos tranquilizantes em um copo de refrigerante e ofereceu à funcionária, segundo a polícia. Conforme informou o delegado, a vítima ingeriu o líquido, desmaiou e foi trancada em um dos quartos do estabelecimento. Ainda segundo a Polícia Civil, o gerente do hotel tentou entrar em contato com a funcionária e – ao chegar no estabelecimento – encontrou a suspeita roubando vários objetos. Ela foi presa em flagrante e confessou o crime. A polícia não informou o estado de saúde da vítima.

A mulher foi levada para a Delegacia de Polícia Civil de Limoeiro, onde foi autuada em flagrante por roubo e cárcere privado, e encaminhada à audiência de custódia. A suspeita foi trazida para o Instituto de Identificação Tavares Buril (IITB), no Recife, na noite desta segunda-feira (24), após dar nomes falsos aos policiais.

Maria Leonete Matias era investigada após aplicar um golpe conhecido como “boa noite Cinderela”. Em entrevista, a mulher confessou os crimes e disse que queria vender os produtos. “Eu só queria roubar os objetos para vender e pronto. Sei que três (vítimas) morreram e as outras eu não sei como estão”, contou.

Sobre os nomes falsos, a suspeita contou que deu a informação errada para a polícia para tentar despistar. “Eu dei mesmo o nome errado. Mas o meu nome é Maria Leonete Farias”, falou, completando com um pedido de desculpas: “Eu peço desculpas (para as vítimas). Eu vou parar”.

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