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Cotidiano

Após 37 estupros, MP só denuncia Abdelmassih por 1 atentado ao pudor

Em 2010, ele foi condenado a 181 anos de prisão por abusos sexuais em SP.

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Após ser preso, Roger Abdelmassih faz foto de identificação no Paraguai (Foto: Divulgação/Senad)

Apesar de Roger Abdelmassih ter sido indiciado neste ano pela Polícia Civil de São Paulo por estupro e manipulação genética irregular contra 37 pacientes, o Ministério Público (MP) denunciou o ex-médico de 72 anos somente por atentado violento ao pudor contra uma das vítimas. Também foi pedida à Justiça sua prisão preventiva por esse crime, cometido em 2008. Ele já está preso, no entanto, condenado a 181 anos de prisão por crimes sexuais contra outras 37 clientes (leia mais abaixo).

Por meio de nota divulgada na quinta-feira (4) ao G1, o MP alegou que os demais 36 casos de estupro e manipulação genética ocorridos entre 1990 a 2006 prescreveram em 2014. E por esse motivo, essas 36 vítimas não foram citadas na denúncia do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) da Promotoria.

O Ministério Público não respondeu à reportagem se ofereceu denúncia à Justiça contra Abdelmassih pelos crimes de manipulação genética.

De qualquer maneira, caberá a Justiça decidir se aceita mais essa denúncia do MP _agora por atentado violento ao pudor_ contra Abelmassih e se leva o ex-geneticista a novo julgamento.

Atualmente Abdelmassih está detido numa unidade prisional em Tremembé, interior do estado, onde cumpre pena após ter sido condenado em 2010 a 181 anos de prisão por ataques sexuais (estupros, atentados violentos ao pudor e atos libidinosos) a 37 clientes, entre 1995 e 2008. Ele chegou a ficar três anos foragido até ser preso em 2014

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