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Ao menos 25 capitais e 54 municípios,tiveram atos a favor de Bolsonaro e do voto impresso nas eleições de 2022

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Ato foi organizado por apoiadores do presidente Foto: Reprodução Internet

Neste domingo (1), manifestantes foram às ruas em algumas cidades do país em atos a favor do voto impresso e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Alguns protestos tiveram início ainda pela manhã. A maioria dos manifestantes usava roupas nas cores verde e amarela e carregava cartazes e faixas com mensagens sobre pedido de voto impresso nas eleições de 2022 e com declarações em apoio a Bolsonaro.

Houve também registros de faixas com mensagens inconstitucionais, como pedidos de destituição de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em Brasília e em São Paulo, Bolsonaro discursou por meio de celular e a fala foi transmitida por carros de som. Voltou a dizer que sem voto impressão não haverá eleições, o que já tinha sido rechaçado com veemência por presidentes de outros poderes.

Os protestos seguiram com manifestantes a pé, de carro e de moto. Até as 20h40, haviam sido registradas manifestações em pelo menos 54 municípios (sendo 25 capitais), localizados em 24 estados e no Distrito Federal. Não ocorreram atos no Acre e em Rondônia.

Em maio, quando a urna eletrônica completou 25 anos, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que ela garante eleições seguras e transparentes.

“As urnas eletrônicas ajudaram a superar os ciclos da vida brasileira que vêm desde a República Velha, em que as fraudes se acumulavam”, declarou Barroso.

Um mês depois, ele repetiu as afirmações a um grupo de deputados e disse que as eleições no Brasil são “seguras, transparentes e auditáveis”. “Não é para mudar a convicção e compromissos políticos de cada um. É apenas uma reunião de transparência para demonstrar que tudo aqui é feito de maneira aberta e fiscalizável.”

Em outra ocasião, Barroso afirmou: “A impressão do voto vai diminuir a segurança na votação. Porque vai se criar um objeto menos seguro na auditoria”.

A impressão do voto, já julgada inconstitucional pelo STF, é defendida pelo presidente Jair Bolsonaro.

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