Agreste
Publicada em 10/07/2018 às 16h21. Atualizada em 10/07/2018 às 16h21
Quadrilha cercou batalhão da PM durante ação contra bancos em Surubim
Em uma ação ousada, os bandidos cercaram o 22º Batalhão, que é um dos mais bem preparados e completos de todo Estado de
Por: Redação PortalPE10 | Fonte: JC Online


As agências foram invadidas pelo grupo, que saiu sem deixar pistas de onde estão / Foto: Reprodução/Facebook

Tiros com armas de grosso calibre, planejamento minucioso do crime, reféns e um ataque a um dos batalhões mais bem preparados de toda região. Assim foi a madrugada no município de Surubim, no Agreste do estado nesta terça-feira (10). Sem pudor, cerca de 40 homens fortemente armados invadiram a cidade e fizeram, sem medo da lei, um dos maiores e ousados ataques a bancos nos últimos anos em Pernambuco.

O comandante do 22º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Raul Cavalcante, disse à Rádio Jornal Limoeiro que o grupo criminoso que explodiu quatro agências bancárias em Surubim, cercou a sede do batalhão para impedir a saída dos policiais. A unidade, que é responsável pelos municípios de Belo Jardim, Feira Nova, Machados, Passira e Salgadinho, além de Surubim, é equipada e uma das mais bem preparadas de toda região, mesmo assim não foi motivo para a quadrilha, que estava fortemente armada, se sentir amedrontada.  

A ação, que durou cerca de 1h30, não pôde ser controlada pelos sete policiais militares que estavam de plantão no 22º Batalhão. Isso porque os agentes se viram “encurralados” pelos criminosos. Em uma ação esquematizada, um grupo se concentrou em frente ao quartel e queimou um carro no portão de entrada do local, na tentativa de impedir a passagem das viaturas. Ao mesmo tempo, iniciaram uma intensa troca de tiros com os agentes, que tentavam fazer com que eles não entrassem na unidade. 

“A ordem foi não atirar pois haviam reféns com eles”, conta o subcomandante do batalhão. Cerca de sete equipes da facção criminosa se dividiram nos principais pontos da cidade. Em 10 a oito picapes, os integrantes se posicionaram nos bancos, outra ocupou o quartel e outras fecharam a entrada da cidade e a passagem dos principais bairros de Surubim.

Ao amanhecer, a população, que nem dormiu assustada com a quantidade de tiros que ouviram, saíram de suas casas e se depararam com as marcas das balas no centro da cidade, que chegaram até a atingir a parede do primeiro andar de uma das agências.  Usando fuzis automáticos, que dão rajadas, o grupo amedrontava os reféns, que ainda não se sabe quantos foram

Tags: Cotidiano, Brasil,
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